Centro, cidade, cultura.
Centros, cidades, culturas.
Pra que? Onde? Porquê?
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
Salve Jorge!
Deus adiante em paz me guia.
Encomendo-me a Deus e à Virgem Maria,
Minha mãe, aos doze apóstolos, meus irmãos.
Andarei nesse dia e nessa noite
Com meu corpo cercado, vigiado e protegido
Pelas armas de São Jorge.
São Jorge sentou praça na cavalaria.
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia.
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem,
Tenham mãos e não me peguem, não me toquem,
Tenham olhos e não me enxerguem.
Nem pensamento elas possam ter para me fazer mal.
Armas de fogo meu corpo não alcançarão,
Facas e lanças se quebrem se meu corpo tocar,
Cordas e correntes se arrebentem se o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.
Salve Jorge!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Isso é bom demais!!!
Meu amor era verdadeiro,
O teu era pirata
O meu amor era ouro
E o teu não passava de um pedaço de lata
Meu amor era rio
E o teu não formava uma fina cascata
Meu amor era de raça
E o teu simplesmente um vira-lata
Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine, nem vai valer 1,99
Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine, nem vai valer 1,99
sexta-feira, 13 de abril de 2012
13 de abril. Aniversário de Fortaleza.
A Fortaleza bela. Maltratada, mas bela. A Fortaleza do meu coração.
Por qualquer motivo, de qualquer jeito: Parabéns, Fortaleza! Te amo!
"Fortaleza, cidade para onde a gente nunca pode voltar porque na volta a cidade já não é mais a mesma, transfigurada por uma voracidade quase suicida. Fortaleza, cidade fertilizada na areia frouxa, nascida do abraço que a água doce deu no mar, cidade violentada pelo sol. Fortaleza, cidadezinha do interior do mundo, de memória e prenúncio nebulosos, com seus verbos constantemente conjugados no presente. Fortaleza,cidade emigrada do sertão, capital da seca. Fortaleza, pátria-cidade, pequeno punhado do Brasil, “provincianópole” iluminada ao sol do Terceiro Mundo."
Ricardo Guilherme
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