Velas pela casa.
Visão turva
e as minhas manchas
roxas viram rosas.
Exílo-me na esperança de
que elas queimem
logo.
Não queimam.
Não desaparecem.
São de metal-púrpuro-vegetal.
Outros marcaram-nas
em mim como que em gado.
Esses sim, desapareceram.
Com o vento, não com o fogo.
Elas não. Vão ficar.
Eternamente?
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