terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ricardo II (William Shakespeare)
Ato III
Cena II
Jardineiro - Pobre rainha! A praga eu aceitara, se ela curasse a tua sorte amara. Neste ponto umas lágrimas, donosas, ela deixou cair. Não serão rosas que nele vou plantar, senão arruda , plnata da compaixão, da dor aguda, planta amarga da graça. Aqui, asinha, será sempre lembrada uma rainha.

Nenhum comentário: