quinta-feira, 18 de agosto de 2011

As asas dos anjos bateram e algumas plumas escaparam. O brilho das estrelas pairava no ar. Elas, as plumas, chegaram à Terra acumulando aquela massa de brilho ao redor de si. Aquele corpo foi crescendo, crescendo, crescendo à medida que ia descendo. Hoje esse corpo é outra coisa. Não é mais pluma de asa de anjo nem brilho de estrela. Ele hoje é um sorriso que se abre pra mim toda vez que eu digo: "Eu te amo."

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