sexta-feira, 19 de agosto de 2011
-Demorei muito a dormir ontem. Ele me ajudou. Adormeci nos braços dele. O prefume ainda está aqui.
Estica o braço e o amigo cheira.
-Não consigo sentir.
Ele cheira o próprio braço.
-Como não? Ainda está aqui. É tão forte. Tão presente.
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