sábado, 6 de agosto de 2011

Choro na voz e na alma.

É. Definitivamente tem dias que só o choro da voz da Dalva resolve. E o pior é que nesses dias, na maioria deles, não há nenhuma melancolia, sofrimento por/de amor, nada. É só a necessidade de algo genuíno. algo tão natural que chega e toca você com tanta profundidade que faz você ser um pouco mais você, mais autêntico, mais genuíno também. É como se a natureza dela resgatasse a sua. Só quem chora com ela é que entende. E não é choro de lágrimas. É de alma. Como o dela. Choremos:

"Hoje eu quero a rosa mais linda que houver. Quero a primeira estrela que vier para enfeitar a noite do meu bem."

"Errei sim, manchei o teu nome, mas, foste tu mesmo o culpado."

"Se o azul do céu escurecer e a alegria na terra fenecer, não importa, querido, viverei do nosso amor. Se tu és o sonho dos dias meus, se os meus beijos sempre forem teus não importa, querido, o amargor das dores desta vida."

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